terça-feira, 7 de outubro de 2008

“INVESTIGAÇÕES QUE VÃO MUDAR O MUNDO”

Diz-se que 2012 é o fim de um ciclo de vida na Terra, sobretudo porque o calendário Maya termina em 2012. Muitas profecias interpretaram esse sinal como “o fim dos tempos”, com catástrofes, guerras e destruição da Terra e dos seres que nela vivem.
De há uns tempos para cá, outras profecias consideram que 2012 é apenas o fim de um ciclo de materialismo bruto sendo que, para além dele, estará uma época em que os avanços tecnológicos e mentais nos farão viver de outro modo, com uma maior unificação e desenvolvimento espiritual e com novos paradigmas materiais.

Foi nisso que pensei quando li, neste fim de semana, uma “ antecipação às investigações que vão revolucionar as nossas vidas nos próximos anos”, pedida pelo “Expresso” a oito cientistas portugueses. Aí vão algumas:
- Os veículos eléctricos, dentro de 20 anos, serão a norma nas nossas estradas – veículos “plug-in” (de ligar á corrente). Para daqui a 2 ou 3 anos poderá esperar-se que as frotas de transportes urbanos sejam eléctricas. O alargamento a outros veículos só depende do desenvolvimento de baterias de grande autonomia. (informação de João Peças Lopes, coordenador da Unidade de Sistemas de Energia do INESC - Porto);
- Os robôs humanóides irão auxiliar-nos “ nas tarefas domésticas, a brincar com os nossos filhos ou a fazer companhia a idosos”(!!) - que grande inovação para descartar consciências … Poder-se-á comunicar com as máquinas da mesma forma que o faremos com as pessoas. Serão mesmo inteligentes: quando colocados perante uma tarefa, ou a executam ou sugerem alternativas! (isto diz Norberto Pais, presidente da Sociedade Portuguesa de Robótica);

- A medicina regenerativa vai permitir-nos, primeiro, receber transplantes de órgãos produzidos com as nossas próprias células e, mais tarde, tal como os lagartos e as salamandras, irá permitir que se faça crescer um dedo ou um membro perdido … “ Depois da revolução industrial e da revolução das tecnologias, chegou a era da revolução biotecnológica” – diz Rui Reis, director do Instituto Europeu de Excelência em Engenharia de Tecidos e medicina Regenerativa”;
- Vamos poder guiar e ser guiados pela mente, diz António Damásio. Essa é a aplicação prática mais importante da neurociência. Será possível usar, por exemplo, sinais cerebrais para mover próteses robóticas, usar o pensamento (a actividade electromagnética do cérebro) para controlar objectos … e talvez transmitir telepaticamente (digo eu);
- Com a electrónica molecular poderão ser criadas coisas tão fantásticas como:
“mapas interactivos em papel para guias turísticos, garrafas de água que reduzem a sua dimensão à medida que o líquido é consumido, janelas que são ecrãs de computador, mesas de madeira com tampos virtuais, “t-shirts” em que poderá mostrar ou esconder o seu número de telemóvel “ …
É nesta área que trabalha Elvira Fortunato que foi notícia por ter criado um transístor de papel. A “electrónica molecular” utiliza os componentes básicos da matéria (átomos e moléculas) para realizar num circuito eléctrico, as mesmas funções que hoje se criam com o silício. Isto vai conduzir a uma miniaturização de todos os circuitos e produzirá uma revolução na indústria informática e electrónica.
(informações de António Câmara, fundador da YDreams e docente da FCT-UNL) São respostas de alguns cientistas portugueses, que estão naturalmente, inseridos na investigação mundial, mas, se outros fossem questionados, teríamos um “filme de ficção” ou um “Admirável Mundo Novo” que nos faria sentir na Idade Média (sendo que esta não foi uma época obscura como a têm “pintado”). Nesta ou noutra reencarnação, cá estaremos para ver …

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Abertura do Ano lectivo … há muitos anos!

Há muitos anos, o dia 6 ou 7 de Outubro era o 1º dia de aulas e o ano lectivo terminava a 10 de Junho. E havia “férias grandes”! Chamar “férias grandes” ao que são hoje é mesmo só porque são maiores do que as outras …
O rendimento escolar não era muito diferente do actual, pelo menos depois da democratização do acesso à escola.

Quando andava no Colégio este era o dia de regresso ao internato. Procurava-se o novo alojamento (a partir do 3º ano, hoje 7º, as camaratas davam lugar a uma sucessão de pequenos quartos), desfaziam-se as malas, contavam-se peripécias das férias, respirávamos de alívio ou suspirávamos de preocupação ao saber da nova vigilante. Se “ela merecia”, começávamos logo a imaginar estratégias de desobediência e formas de a fazer passar um “mau bocado”. Claro que o feitiço se virava quase sempre contra o feiticeiro e os castigos eram certos.
Detestava as rotinas do colégio e tudo o que lá se passava. Recorria ao que podia para desobedecer: descer as escadas de escorrega pelo corrimão, fingir que tomava banho deixando o chuveiro a correr (às vezes, a água era fria), esconder os livros em vários locais só para não os forrar no início do ano, não comer a sopa quando via algum “mosquito” das couves, tirar as peles do bacalhau (era proibido …), comer o pão com a manteiga na côdea, “roubar” livros proibidos na Biblioteca; esconder chocolates e outras coisas trazidas no fim de semana, em bolsos falsos que a minha avó me fazia e usava por baixo dos uniformes, colaborar em todas as maroteiras que se organizavam.
Também me distraía em algumas aulas chatas e “passava-me” para um mundo de histórias inventadas. Recusava responder quando me chamavam “ 270” e dizia que tinha nome - talvez por isso nunca soube o número de nenhum dos meus alunos e sempre aprendi os seus nomes nas primeiras aulas.
Claro que o resultado de tudo isto nunca me foi muito favorável … mas seria igual se as aulas começassem a 15 de Setembro!
Podíamos passar um fim de semana em casa de 15 em 15 dias e, quando já estava no 3º ou 4º anos (7º/8º), passou a ser possível sair nos domingos intercalares. Desejava e detestava aquelas saídas sempre a prazo e por vezes ficava de castigo.
Nunca “chumbei” mas não gostei nada do que vivi naqueles 7 anos. Nunca mais voltei ao Colégio e só uma vez me encontrei com ex-alunas que todos os anos se reúnem para almoçar.
O 6 de Outubro faz-me lembrar esses tempos mas também outros enquanto docente. Sentíamos que havia tempo para fazer na escola as tarefas necessárias à abertura do ano lectivo e sobrava muito tempo para pôr em ordem o que o ano de trabalho deixara em desordem, ter um mês de praia ou mais, descansar. Houve mesmo uma época em que, porque estava destacada noutras escolas, não tinha tarefas atribuídas nem numa, nem noutra. Bem mas, depois … com ano lectivo a começar em Outubro ou em Setembro, durante muitos anos, as férias não foram mais de 15 dias …
Acho que, para os professores, 22 dias de férias é pouco porque não podem ser exclusivamente para descansar e ter uma actividade diferente. Precisam de reflectir sobre o ano que passou e pensar na preparação do seguinte. Nunca, com os 22 dias, recomecei um ano com a sensação de “precisar” de o fazer mas, com aquelas “férias grandes”, acabava com saudades e ansiosa por ver os novos alunos.

Agora, os pais vivem no pânico dos filhos terem férias e vive-se um frenesim de organizar a ocupação desses tempos em que não há aulas. Compreendo, mas acho que faz falta a cada um, em qualquer idade, aprender a ocupar o seu tempo, “entreter-se” com os seus próprios recursos (materiais e, sobretudo, pessoais).
Mas isto é conversa de quem tem uma certa idade …

domingo, 5 de outubro de 2008

BOAS NOTÍCIAS 10

- Pacheco Pereira que “ não é farto em elogios” como o próprio diz, ficou “espantado” com a qualidade de uma instituição portuguesa: a Escola Portuguesa de Moçambique, no Maputo. Considera-a uma “ escola de excelência que transparece não só em cada centímetro cúbico do seu espaço mas também em cada corpo e face dos seus alunos”
(Sábado, 2/10) - Portugal ocupa o 3º lugar no ranking mundial do aproveitamento de energia eólica.
(Visão, 2/10)
- A Procuradoria-Geral da República decidiu que as mulheres-polícia da PSP e GNR deveriam ter direito aos subsídios de gravidez de risco como as outras trabalhadoras da Função Pública.
(Visão, 2/10)
- Edite Estrela ganhou um processo contra Alberto João Jardim. O líder madeirense chamou-lhe “delinquente” e o Tribunal Judicial do Funchal condenou o réu a uma indemnização de 20 mil euros. Claro que irá recorrer da decisão.

Nicolau Santos, na sua crónica Cem por Cento, no caderno de Economia do Expresso do último fim de semana, farto de más notícias, apresentou quatro boas notícias, das quais trazemos aqui duas, para que se saiba: - A Chevrolet organizou um concurso de Artes Aplicadas em que participaram 41 trabalhos oriundos de 15 diferentes países. Nesse concurso houve três portugueses premiados: Paulo Branco, 3º lugar na categoria fotografia, Ricardo Trindade e Rafael Gonçalves, 2º lugar em artes visuais.

- A Impresa e a Água do Luso entregaram o Prémio Ideias Verdes aos responsáveis por um projecto posto em prática, com muito sucesso, no combate aos fogos florestais (na Serra de Sintra e em Grândola), recorrendo à utilização de cabras que são colocadas em cercas e devoram todos os resíduos que frequentemente originam os incêndios. E, para que o processo seja mais ecológico, as cercas são alimentadas com energia solar e cada animal leva um chip na coleira para facilitar a sua localização via GPS num telemóvel.
Que solução mais curiosa!
(Expresso, 27/09)

sábado, 4 de outubro de 2008

O GATO de Vinicius de Moraes


Gosto de Vinicius de Moraes e nas arrumações a que me tenho dedicado, fui procurar um CD que sei “estar por aí” para ver se, por acaso, tinha o poema “O Gato” . Não encontrei. Fui à net e não só encontrei o poema como mais 297 letras do autor ! Não consigo deixar de ficar espantada com este acesso fácil à informação. Será que as crianças a quem agora começaram a ser distribuídos computadores aprenderão a fazer pesquisa por livros? Temo por estas experiências tecnológicas e espero que a formação entretanto feita aos professores, permita que os resultados sejam melhores do que foram os que se seguiram à generalização das máquinas de calcular no 1º e 2º ciclos.

E aí está o poema :

O GATO

Com um lindo salto
Leve e seguro
O gato passa
Do chão ao muro
Logo mudando
De opinião
Passa de novo
Do muro ao chão.
E pisa e passa
Cuidadoso, de mansinho
Pega e corre, silencioso
Atrás de um pobre passarinho.
E logo pára
Como assombrado
Depois dispara
Pula de lado.
Se num novelo
Fica enroscado
Ouriça o pêlo, mal-humorado
Um preguiçoso é o que ele é
E gosta muito de cafuné
Com um lindo salto
Leve e seguro
O gato passa
Do chão ao muro
Logo mudando
De opinião

Passa de novo
Do muro ao chão.
E pisa e passa
Cuidadoso, de mansinho
Pega e corre, silencioso
Atrás de um pobre passarinho.
E logo pára
Como assombrado
Depois dispara
Pula de lado
E quando à noite vem a fadiga
Toma seu banho
Passando a língua pela barriga.

Recordo que hoje, 4 de Outubro, é o Dia Mundial do Animal. Este poema é por isso dedicado ao meu gato e a todos “os que lêem” este blog. Eles merecem.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Ultra – ricos e “excêntricos”

Ricos e muito ricos já não são notícia. Agora os que estão aí prontos para enriquecer com qualquer crise são os “ultra-ricos” que também são quase sempre “excêntricos”. Este é um dos temas a que se dedica o “Courrier Internacional” de Outubro.
Para além dos que já existiam no mundo ocidental e que alguns “rankings” divulgam, há sobretudo os que vêm dos chamados países emergentes e que são, em geral, ainda mais ricos do que os primeiros. São da Rússia, China, Checoslováquia, Eslovénia, Emirados Árabes Unidos, Coreia do Sul, Índia, Singapura, Indonésia e Brasil. Certo é que o número dos multimilionários aumentou 20%!
A actual crise dos mercados financeiros não os atinge porque têm capacidade para alterar rapidamente os seus investimentos e têm capacidade financeira para comprar quando os outros têm, desesperadamente, de vender. E há o mercado lucrativo das armas e a especulação com os preços do petróleo.
Compram obras de Arte nos mais famosos leilões, licitando acima do que é esperado pelos frequentadores tradicionais, compram vivendas de luxo e castelos, jactos e iates, carros e jóias …
À excepção dos chineses na China … Mesmo depois de Deng Xiaoping (1) ter dito que “ enriquecer é glorioso”, os muito ricos parecem não ser bem vistos pelos seus compatriotas e alguns mudam de nacionalidade ou vão para Hong-Kong e Macau. Há mesmo um ultra-milionário chinês que construiu em Hong- Kong uma mansão com uma casa de banho toda em ouro maciço, aberta a visitas. Consta que tem por dia cerca de 3000 visitantes, com entrada paga! Acumular riqueza “é glorioso” e os pacóvios merecem.
É por força destes novos grandes consumidores que as marcas de luxo mundiais têm registado lucros acima do esperado, enquanto o comércio a que acede a classe média, os “quase-ricos” e até alguns que ainda são ricos, está em franco declínio. Só uns exemplos: a “Bottega Veneta” que vende sandálias a 18 400 dólares, aumentou 31,5% as suas vendas e a “Prada” teve uma subida de 66% nos lucros … A suite real do mais famoso hotel do Dubai custa 4 700 € por noite e tem lista de espera. O mesmo se passa com a do Grand Hills & Spa , a 15 km de Beirute que custa 22 a 23 mil euros por noite – uma suite que inclui piscinas e jardins. E a miséria mesmo ali ao lado …
Também é verdade que muitos destes muito ricos e excêntricos apaziguam a consciência e alimentam os média com acções filantrópicas, algumas de grande mérito, outras discutíveis.

Há muitos anos vi dois filmes que foram polémicos, chocaram os mais distraídos e alertaram todos para culturas e hábitos diferentes, práticas extravagantes, desigualdades sociais e injustiças, numa época em que não havia muita informação escrita sobre o que se passava no Mundo e muito menos divulgação através dos média: “Mundo Cão l “ e “Mundo Cão ll “.
Agora, basta estarmos de olhos e ouvidos atentos, ver telejornais, programas de TV, ler uma ou outra revista e o “ Mundo Cão” está aí …
Claro que se devia escolher outro título para exprimir o conceito porque os cães não merecem a conotação.
(1) Deng Xiaoping foi responsável como vice-primeiro-ministro e líder político do PC pela implementação de uma economia socialista de mercado e também pela repressão na Praça Tian’anmen .

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

MAR E POESIA


LIBERDADE

Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade.

Sophia de Mello Breyner

MAR

Mar!
E é um aberto poema que ressoa
No búzio do areal…
Ah, quem pudesse ouvi-lo sem mais versos!
Assim puro,
Assim azul,
Assim salgado…
Milagre horizontal
Universal,
Numa palavra só realizado.

Miguel Torga

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

DIA MUNDIAL DO VEGETARIANISMO


Desde 1977 comemora-se, no dia 1 de Outubro, o DIA MUNDIAL DO VEGETARIANISMO.
O vegetarianismo é uma prática muito antiga iniciada sobretudo por budistas e hindus – embora, para um budista, não seja proibido comer carne.
Há muitos vegetarianos que o são por razões de saúde mas o vegetarianismo é, sobretudo, uma filosofia de vida que se pode aliar a crenças de natureza religiosa.
Há três tipos principais de vegetarianos:
- os “ovo-lacto-vegetarianos” que só não consomem carnes de animais;
- os “lacto-vegetarianos” que, além dos animais, excluem os ovos ;
- os “vegans” que excluem animais, ovos e lacticínios e se consideram os verdadeiros vegetarianos.
Há estatísticas que demonstram serem os vegetarianos mais livres de doenças cardíacas e coronárias, de certos tipos de cancro, de hipertensão e colesterol, de doenças intestinais e de obesidade, …Mas, para que os inconvenientes não sejam superiores às vantagens, é preciso conhecer bem o valor nutritivo de todos os alimentos vegetais disponíveis e saber combiná-los e ingeri-los
nas doses adequadas. Aprender tudo isso eu acho que é aliciante e viver de acordo com alguns princípios de harmonia pessoal e global também.

Há muitos anos – entre os 18 e os 22/23 anos, fui vegetariana. Era fácil porque num supermercado que tinha “ao lado”, vendiam-se doses com misturas equilibradas para serem cozinhadas. Depois, ficou o gosto e hoje, quase todas as semanas, faço uma ou duas refeições vegetarianas: massas, cuscus ou tartes com vegetais, estufados de vegetais e cogumelos, …

Aqui ficam duas receitas, uma salgada, outra doce:


Tartes/ tarteletes de espinafres e pinhões :

- 1 embalagem de massa folhada congelada para forrar pequenas tarteiras com 10 ou 15 cm de diâmetro (de louça ou metal); picar o fundo
- 1 embalagem congelada de espinafres com queijo ( ou espinafres cozidos, picados + queijo ralado) ; leva-se ao lume para descongelar e formar uma mistura homogénea (se usar espinafres frescos, depois de cozidos salteiam-se com um pouco de azeite e junta-se o queijo). Juntar passas, se gostar.
- Encher as formas, espalhar por cima a quantidade razoável de pinhões e cobrir com nova porção de massa folhada; dobrar as bordas, abrir um pequeno orifício no meio, pincelar com gema de ovo;
- Forno, mais ou menos 15 minutos.
(o mesmo recheio de espinafres, passas e pinhões pode ser usado para fazer uns pasteis com o feitio de rissóis mas cuja massa se faz com 1 embalagem de natas + farinha necessária para tender a massa + sal; pincelar com gema de ovo e assar no forno)
Mousse de banana (para 4 pessoas)

- 3 bananas maduras, cortadas em rodelas e regadas com o sumo de 1limão ou 1 laranja ( fica bem mais ácido com limão). Reduzir a puré com a “varinha mágica”
- 3 colheres de sopa de farinha de alfarroba (um substituto de chocolate ou cacau, com um valor calórico muito inferior)
- 1 colher se sopa de malte em pó ( substituto do açúcar) ou 1 colher de sopa de mel
- Mexer bem toda a mistura, deitar em taças pequenas, polvilhar com coco ralado e deixar no frio.

Durante esta semana, até 5 de Outubro, diversas entidades associaram-se para comemorar, pela primeira vez, a Semana Vegetariana. Podem encontrar-se diversas actividades em www.semanavegetariana.com/
Nota: a farinha de alfarroba e o malte vendem-se nas lojas de alimentos naturais (“Celeiro”, …); pode substituir parte do chocolate/cacau ou açúcar dos bolos comuns.