Em 2006 uma professora do 2º ciclo do Externato foi suspensa com instauração de processo disciplinar. Porquê? Teria dado uma falta injustificada de que só tomou conhecimento um mês depois por ter verificado o desconto no vencimento.
Como não tinha faltado mas só esquecido de assinar o “livro de ponto” e porque não viu nele o carimbo de “Falta” mas um traço diagonal utilizado para dividir espaços de assinatura quando se trabalha em parceria, o que era o caso, assinou - um comportamento que foi considerado “inadmissível” num colégio com um ideário religioso : “Dizer a Verdade e fazer o Bem” …
O Tribunal deu razão à professora porque ninguém pode ser despedido por uma falta injustificada que nem sequer se provou ter acontecido e obrigou a entidade patronal à integração da professora com as mesmas funções que tinha ao tempo da suspensão.
E o que aconteceu?
À professora foi destinado um local de trabalho especialmente construído para o efeito : um cubículo improvisado, com 2,6 por 3,8 metros com duas pequenas janelas altas fechadas, junto ao teto, uma secretária e uma cadeira.

Porque tinha que aceitar o regresso ao serviço viu-se obrigada a assinar uma “ordem de serviço” onde consta que “ a circulação deve restringir-se ao estritamente necessário para o exercício das funções que lhe forem atribuídas”. Ali ficou , como numa “cela” esperando ordens, não se podendo deslocar dentro dos edifícios da escola (ir à sala de de professores, sala de computadores, centro de recursos, etc…) ; por toda a escola foram colocados avisos de proibição de entrada de “pessoas” que não trabalhem nesses espaços.
Foi-lhe dada uma tarefa, a cumprir até meados de Abril : elaboração de um projecto de actividades extra-curriculares a ser feito sem sair “da sala destinada” e sem recurso à biblioteca ou computador – escrito à mão .
Muito antes do prazo a tarefa estava concluída. Entregou a tarefa e ficou à espera que finalmente a colocassem no seu verdadeiro local de trabalho -a escola, as aulas , o contacto com alunos e colegas. Mas não, voltou a permanecer no cubículo 28 horas semanais sem nada para fazer e sem poder circular.



Para não entrar em depressão vai preparando planos de aula para o ano seguinte, embora ponha em duvida o que lhe possa acontecer. Por ter problemas de postura na coluna e ser obrigada a estar horas sentada numa cadeira pouco confortável está neste momento com problemas de saúde agravados.
Não se pode compreender a intenção da Direcção desta Escola.
Não está a cumprir as ordens do tribunal que manda justamente que a professora retome o seu trabalho e na sua categoria.
Não deveria esta professora estar na escola ,o seu local de trabalho, enriquecendo a sua formação, ajudando nas tarefas lectivas dos colegas de grupo, atendendo alunos e pais, preparando actividades de fim de ano lectivo, dando aulas de substituição, já que, neste momento não pode estar a dar aulas?
Consideramos esta situação imperdoável e se tivermos em conta que a Direcção Pedagógica é da responsabilidade de uma Congregação Religiosa ,com princípios cristãos ainda se fica mais surpreendido.
Que entidades vigiam o cumprimento destas ordens? Porque se fecha os olhos a tanta injustiça ?!
Outra professora, profissionalizada e com contrato, viu o seu horário ( e vencimento) reduzidos para metade no ano em que, estando grávida, iria faltar 4 ou 5 meses. No ano lectivo seguinte, a situação repetiu-se, sem justificação -ou será que pesou ter sido testemunha da professora anterior?
A maior parte dos professores continuam com os vencimentos de 2006!
Porque não protestam? Quem reclama e se mostra inconformado sofre consequências.
Porque é que o Sindicato não esclarece e ajuda os professores? Porque os professores sindicalizados são perseguidos e as reuniões sindicais na escola estão proibidas, sem qualquer justificação – é recusada a entrada aos dirigentes sindicais, situação presenciada, mais do que uma vez, por agentes da polícia.
Esta história triste passa-se hoje em Lisboa, num colégio cuja orientação pedagógica está a cargo das irmãs “Amor de Deus” e que é propriedade de uma Associação “Educação Popular” ( Instituição Particular de Solidariedade Social) – desde os anos 30 do século passado.
A “Educação Popular” foi uma Instituição respeitada que amparou uma população carente durante muitos anos e educou os seus filhos – com creche, jardim de infância e 1º ciclo até aos anos 90, com 2º e 3º ciclos até hoje. É uma associação laica, com Estatutos próprios e corpos gerentes eleitos entre os seus membros. Desde há 7 anos, com o mesmo Presidente executivo e um descalabro de gestão que coloca em risco todo um projecto.
As irmãs “Amor de Deus” têm em Portugal escolas de prestígio, em Cascais e no Porto e tiveram, até há cerca de 5 anos, um papel fundamental na existência e orientação pedagógica do Externato Educação Popular.
A actual Direcção Pedagógica tem-se revelado tão incapaz como a Direcção executiva e a sucessão de despedimentos, incumprimentos, delapidação de fundos em custos judiciais e má gestão de equipamentos, põem em risco um projecto ambicioso e bem sustentado e a credibilidade pedagógica da Congregação “Amor de Deus” .
Quem se importa com estas irregularidades e com a defesa do Projecto “Educação Popular – Amor de Deus”?
A maioria dos membros da Associação Educação Popular são professores dos vários níveis de ensino, funcionários da Instituição e pessoas com trabalho dependente ou membros “fantasma” que nunca foram vistos. Ao longo dos anos foram alertados pelos poucos associados independentes e sem receio para “denunciar”. Uns não podem, outros não querem escutar . A presidência da Mesa da Assembleia Geral não intervém e mostra-se conivente com a Direcção Executiva e Pedagógica.
A Direcção nacional da Congregação “Amor de Deus” … “não vê, não ouve, não fala”. CONSENTE.
Ex-professores do Colégio, que viram nascer e crescer um Projecto em que acreditaram e se empenharam, continuam a ser sócios e importam-se :
“VEEM, OUVEM E FALAM”. Até serem expulsos da Associação será assim.
Como não tinha faltado mas só esquecido de assinar o “livro de ponto” e porque não viu nele o carimbo de “Falta” mas um traço diagonal utilizado para dividir espaços de assinatura quando se trabalha em parceria, o que era o caso, assinou - um comportamento que foi considerado “inadmissível” num colégio com um ideário religioso : “Dizer a Verdade e fazer o Bem” …
O Tribunal deu razão à professora porque ninguém pode ser despedido por uma falta injustificada que nem sequer se provou ter acontecido e obrigou a entidade patronal à integração da professora com as mesmas funções que tinha ao tempo da suspensão.
E o que aconteceu?
À professora foi destinado um local de trabalho especialmente construído para o efeito : um cubículo improvisado, com 2,6 por 3,8 metros com duas pequenas janelas altas fechadas, junto ao teto, uma secretária e uma cadeira.
Porque tinha que aceitar o regresso ao serviço viu-se obrigada a assinar uma “ordem de serviço” onde consta que “ a circulação deve restringir-se ao estritamente necessário para o exercício das funções que lhe forem atribuídas”. Ali ficou , como numa “cela” esperando ordens, não se podendo deslocar dentro dos edifícios da escola (ir à sala de de professores, sala de computadores, centro de recursos, etc…) ; por toda a escola foram colocados avisos de proibição de entrada de “pessoas” que não trabalhem nesses espaços.
Foi-lhe dada uma tarefa, a cumprir até meados de Abril : elaboração de um projecto de actividades extra-curriculares a ser feito sem sair “da sala destinada” e sem recurso à biblioteca ou computador – escrito à mão .
Muito antes do prazo a tarefa estava concluída. Entregou a tarefa e ficou à espera que finalmente a colocassem no seu verdadeiro local de trabalho -a escola, as aulas , o contacto com alunos e colegas. Mas não, voltou a permanecer no cubículo 28 horas semanais sem nada para fazer e sem poder circular.
Para não entrar em depressão vai preparando planos de aula para o ano seguinte, embora ponha em duvida o que lhe possa acontecer. Por ter problemas de postura na coluna e ser obrigada a estar horas sentada numa cadeira pouco confortável está neste momento com problemas de saúde agravados.
Não se pode compreender a intenção da Direcção desta Escola.
Não está a cumprir as ordens do tribunal que manda justamente que a professora retome o seu trabalho e na sua categoria.
Não deveria esta professora estar na escola ,o seu local de trabalho, enriquecendo a sua formação, ajudando nas tarefas lectivas dos colegas de grupo, atendendo alunos e pais, preparando actividades de fim de ano lectivo, dando aulas de substituição, já que, neste momento não pode estar a dar aulas?
Consideramos esta situação imperdoável e se tivermos em conta que a Direcção Pedagógica é da responsabilidade de uma Congregação Religiosa ,com princípios cristãos ainda se fica mais surpreendido.
Que entidades vigiam o cumprimento destas ordens? Porque se fecha os olhos a tanta injustiça ?!
Outra professora, profissionalizada e com contrato, viu o seu horário ( e vencimento) reduzidos para metade no ano em que, estando grávida, iria faltar 4 ou 5 meses. No ano lectivo seguinte, a situação repetiu-se, sem justificação -ou será que pesou ter sido testemunha da professora anterior?
A maior parte dos professores continuam com os vencimentos de 2006!
Porque não protestam? Quem reclama e se mostra inconformado sofre consequências.
Porque é que o Sindicato não esclarece e ajuda os professores? Porque os professores sindicalizados são perseguidos e as reuniões sindicais na escola estão proibidas, sem qualquer justificação – é recusada a entrada aos dirigentes sindicais, situação presenciada, mais do que uma vez, por agentes da polícia.
Esta história triste passa-se hoje em Lisboa, num colégio cuja orientação pedagógica está a cargo das irmãs “Amor de Deus” e que é propriedade de uma Associação “Educação Popular” ( Instituição Particular de Solidariedade Social) – desde os anos 30 do século passado.
A “Educação Popular” foi uma Instituição respeitada que amparou uma população carente durante muitos anos e educou os seus filhos – com creche, jardim de infância e 1º ciclo até aos anos 90, com 2º e 3º ciclos até hoje. É uma associação laica, com Estatutos próprios e corpos gerentes eleitos entre os seus membros. Desde há 7 anos, com o mesmo Presidente executivo e um descalabro de gestão que coloca em risco todo um projecto.
As irmãs “Amor de Deus” têm em Portugal escolas de prestígio, em Cascais e no Porto e tiveram, até há cerca de 5 anos, um papel fundamental na existência e orientação pedagógica do Externato Educação Popular.
A actual Direcção Pedagógica tem-se revelado tão incapaz como a Direcção executiva e a sucessão de despedimentos, incumprimentos, delapidação de fundos em custos judiciais e má gestão de equipamentos, põem em risco um projecto ambicioso e bem sustentado e a credibilidade pedagógica da Congregação “Amor de Deus” .
Quem se importa com estas irregularidades e com a defesa do Projecto “Educação Popular – Amor de Deus”?
A maioria dos membros da Associação Educação Popular são professores dos vários níveis de ensino, funcionários da Instituição e pessoas com trabalho dependente ou membros “fantasma” que nunca foram vistos. Ao longo dos anos foram alertados pelos poucos associados independentes e sem receio para “denunciar”. Uns não podem, outros não querem escutar . A presidência da Mesa da Assembleia Geral não intervém e mostra-se conivente com a Direcção Executiva e Pedagógica.
A Direcção nacional da Congregação “Amor de Deus” … “não vê, não ouve, não fala”. CONSENTE.
Ex-professores do Colégio, que viram nascer e crescer um Projecto em que acreditaram e se empenharam, continuam a ser sócios e importam-se :
“VEEM, OUVEM E FALAM”. Até serem expulsos da Associação será assim.


Este ano tive a curiosidade de visitar esta feira. Proliferam as terapias alternativas e é difícil eleger alguma porque a nosso conhecimento e confiança é ainda muito insuficiente. Mas deu para ver como hoje há propostas de medicina alternativa que podem ajudar a equilibrar o nosso corpo físico e espiritual. Também os conselhos para melhorar a alimentação são de levar a sério porque muitos dos males vêm dessa alimentação não cuidada.
Provei ainda uns pastéis de maçã, dei uma espreitadela aos produtos biológicos, e como sempre fiquei a admirar os muitos cristais que estavam expostos.
- O Grupo Mota-Engil tem em curso a construção de edifícios capazes de contribuir para antecipar os objectivos da União Europeia para 2020 no que toca à redução das emissões de dióxido de carbono para a atmosfera. O condomínio privado Ancoradouro, junto à Marina do Freixo, no Porto, é o primeiro destes projectos, reunindo condições para a obtenção da classificação "A", pelo Sistema de Certificação Energética.
- O Centro de Estudos de Jazz (CEJ) da Universidade de Aveiro (UA) foi criado em 2004 e nestes "cinco anos de arranque", o CEJ, que integra o pólo de Aveiro do Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos de Música e Dança, funcionou ainda "sem qualquer financiamento externo", disse Susana Sardo, responsável pelo Centro. Em 2008, na avaliação efectuada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, o Instituto de Etnomusicologia obteve a classificação de "Muito bom".
- O Ministério da Educação prevê investir mais de dois mil milhões de euros na recuperação do parque escolar nacional, revelou o Secretário de Estado da Educação, Valter Lemos.
- O Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC) vai lançar segunda-feira, no Porto de Leixões, um novo pólo de actividade dedicado por completo ao sector do Mar, incluindo uma incubadora de empresas tecnológicas. O vice-reitor da Universidade do Porto, Jorge Gonçalves, disse que o pólo, a desenvolver faseadamente, vai reunir toda a investigação da Universidade ligada ao mar e projectos empresariais embrionários da mesma área.

- O maior telescópio do país foi inaugurado no dia 21 de Março. Está instalado no Centro Ciência Viva de Constância – Parque de Astronomia ( aberto ao público há cinco anos)
- Há uma segunda vida para os discos de vinil. E não são só os coleccionadores e as lojas de culto onde sempre se venderam. Hoje já são muitas as editoras que voltaram a apostar nesse suporte e até reeditam álbuns que durante anos só estiveram disponíveis em CD.
-A família Obama vai plantar no jardim da Casa Branca uma horta biológica, com produtos hortícolas ( cerca de 55 tipos de vegetais),frutos, ervas aromáticas e duas colmeias. Estará ao cuidado do próprio pessoal da Casa Branca ( há um carpinteiro que também é apicultor) e tem como objectivo, segundo Michelle Obama ,promover hábitos saudáveis junto das crianças. A “primeira semente” foi lançada no dia 19, numa cerimónia que terá como anfitriã Michelle Obama e onde participarão alunos da Escola Primária de Bancroft que continuarão a ajudar a plantar as sementes e a colher os vegetais. Da horta deverão sair vegetais e ervas aromáticas para a família e convidados. Esta horta não será a primeira na Casa Branca. O Presidente John Adams (1797 – 1801) plantou uma em 1800. Em 1918, Woodrow Wilson (1913 – 1921) levou ovelhas para fertilizar os relvados da Casa Branca e conservar recursos num palco de guerra e em 1943, Eleanor Roosevelt plantou um jardim da vitória, inspirando milhões de norte-americanos a plantar os seus próprios alimentos durante e Segunda Grande Guerra.
-A Sociedade Portuguesa de Autores anunciou hoje a criação do Prémio António Alçada Baptista de Literatura Memorialística e Autobiográfica, no valor de 2500 euros e a atribuir anualmente já a partir de 2010. Será distinguida a melhor obra do género publicada em Portugal no ano anterior.



- Quando pensávamos que a colonização era coisa do passado, eis que surge uma empresa (INTEC) empenhada em desenvolver a “colonização interna” : é o estímulo aos “ novos povoadores” , casais de preferência. A um deles é garantido emprego, o outro deve ter um projecto que crie algo de novo na região onde vão viver. A INTEC trabalha em colaboração com as Câmaras Municipais e já há alguns neocolonizadores – agora, no bom sentido.
-Para comemorar a entrada da Primavera, o Lagartagis, no Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural de Lisboa, vai reabrir as portas, no sábado, dia 21 de Março, às 15h, com novas borboletas e plantas na sua estufa. O Lagartagis é uma espécie de refúgio ecológico que acolhe uma variedade de flora e fauna ibérica e permite estudar a propagação de plantas silvestres.

- O Largo Camões, em Lisboa, volta a ser animado com a presença de um Quiosque pensado pela jornalista Catarina Portas e pelo arquitecto João Regal.